quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O que há de errado?

Algumas pessoas parecem pensar que os tambores são inapropriados para o culto religioso. Isso me intriga, pois há muitos versículos da Bíblia que incentivam a utilização de uma vasta gama de instrumentos, incluindo instrumentos de percussão. Por exemplo:

Louvai ao Senhor! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder!
Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza!
Louvai-o ao som de trombeta; louvai-o com saltério e com harpa!
Louvai-o com adufe e com danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flauta!
Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes!
Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor!

Salmos 150:1-6

Esta não é claramente uma lista de instrumentos permitidos, mas um incentivo para usar instrumentos que estão disponíveis para louvar a Deus. O tambor é, possivelmente, o mais antigo instrumento musical, e é difícil imaginar que eles não estão sendo usados ​​na adoração nos tempos bíblicos, já não há nenhuma proibição deles mencionado nas escrituras.
Pratos também são mencionados em um contexto de adoração, em 2 Samuel 06:051 Crônicas 13:8 , 15:16 , 19 , 28 , 16:05 , 42 ; 25:1 , 6 ; 2 Crônicas 5:12-13 ; 29 : 25 ;Esdras 3:10 ; Neemias 0:27 . Não há muita diferença entre os címbalos e tambores, exceto um é metal e o outro é feito de madeira e pele (pelo menos nos tempos bíblicos).

Em contraste, os órgãos certamente não estavam por perto nos tempos bíblicos e só são usados ​​na música religiosa por causa da nossa herança europeia e as tradições medievais.

Para proibir tambores (ou qualquer outro instrumento) é dizer a alguém que eles são incapazes de usar suas habilidades na adoração a Deus! Eu não gostaria de ter de explicar a Jesus por que eu fiz alguém parar de adorar.  Então, vamos parar a proibição boba de determinados instrumentos em adoração e deixar todo mundo com habilidade e entusiasmo louvar a Deus.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Fruto do Espírito - AMOR

Gl 5.13-22

Reparem que o "fruto" do versículo 22 está no singular, em contraste com as "obras" do versículo 19, que está no plural. O Espírito produz um único fruto, o que significa a unidade das Qualidades Espirituais. Quando realmente andamos pelo Espírito, não iremos ver um pouco, mas todas as partes do fruto do Espírito em nossas vidas.
Deus reduz tudo a um denominador comum – o andar pelo Espírito (vv16), o qual produz o fruto. O fruto do Espírito determina o caráter do cristão e cada parte do fruto constitui o padrão que deve ser visto na vida do crente. O fruto do Espírito é extremamente importante. É o indicador de que um homem é salvo (Rm 6:22; Ef 5:8,9). Se não houver nenhum fruto em sua vida, algo está errado, porque fruto é prova de que Deus está no trabalho, pois o salvo é a habitação do Espírito. Cristo fala que “pelos seus frutos os conhecereis” Mt 7:15-20, se somos Dele, então, devemos apresentar Seus frutos em nossas vidas.
Caminhar (VIVER) no Espírito produz frutos
A primeira parte desse fruto é amor. Agora, estamos definindo um único fruto. Portanto, não podemos ter a ideia de que trabalhamos no amor para depois produzir a alegria. Vamos ver o significado, o exemplo, a ordem e a fonte desse amor.

       I.            O SIGNIFICADO DO AMOR
O fruto é, em primeiro lugar, amor (ágape). A maior forma de amor, o amor incondicional. O amor é o dom supremo. Vejamos I Coríntios 13.13: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, e o amor estes três; porem o maior destes é," o que?, "amor".   A base da igreja é o amor, versículo 14 de Gálatas 5.  Toda a lei se cumpre numa só palavra. "Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Esse amor é demonstrado na maneira que agimos com os nossos irmãos. Assim como as obras da carne e o fruto do Espírito são contrastadas nos versos 19-23, ceder à carne e servir uns aos outros através do amor são contrastadas nos versos 13 e 14. Isso mostra que o amor é o estilo de vida abrangente de quem produz o fruto do Espírito, é conduzido pelo Espírito, e anda pelo Espírito. Isto é confirmado pela referência à lei no versículo 14 e versículo 18. No versículo 18: "Se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei." No versículo 14, "Se você ama o seu próximo, você cumpre toda a lei."
 Amor não é emoção. É auto-sacrifício.  Deus provou seu amor para conosco, Romanos 5:8 . "quando éramos ainda pecadores", Cristo teve uma sensação de calor em nossa direção? É isso o que diz? " quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós."   Deus sempre define o amor bíblico em termos de auto-sacrifício.

Vamos ler  I João 3:16-17. Porque Ele deu Sua vida por nós. Vemos o amor ser definido. Não um sentimento, Ele sacrificou. E nós devemos dar a nossa vida para o irmão demonstrando esse amor. 

    II.            O EXEMPLO DO AMOR
O nosso maior exemplo de vida foi, é e sempre será o nosso Senhor Jesus Cristo. A maior demonstração de amor que a terra já viu foi realizada por ele. Veio ao mundo por amor. Morreu pelos pecadores por amor. Ele nos amou antes mesmo da fundação do mundo, de uma forma altamente incondicional. O amor que ele exige de nós é um amor elevado, sacrifical.
Deus nos amou quando éramos inimigos Dele. Quando fazíamos tudo que desagradava a Ele. Quando insultávamos o nome dele. Mesmo assim Ele nos amou, e nos ama. O versículo mais conhecido da bíblia é Jo 3.16.
A maior demonstração de amor que podemos ter para com o próximo é apresentando-lhe o evangelho. Você demonstra que ama uma pessoa é explicando o plano de salvação. O amor pode romper as barreiras. As pessoas percebem a diferença quando fazemos coisas que elas não esperam. Amar incondicionalmente é amar independente dos méritos do outro. Não é fruto da emoção, mas da vontade, resultado de uma decisão. Não depende da virtude do outro. Procura fazer o bem ao próximo sem levar em conta a maneira como ele nos trata. É o amor que decide contribuir para o bem do outro, não se baseando no que o outro diz ou faz. Isso é o amor incondicional.

 III.            A ORDEM DE AMAR
É nos dado este mandamento de amar assim. Devemos amar da maneira que Jesus amava pronto a sacrificar da forma como Ele sacrificou. 
Temos vários exemplos dessa ordem:
·         I Jo 3.16-17
·         Ef 5.1-2
·         Gl 5.14
·         Mt 22.34-40
·         Cl 3.12-15
·         Ef 5.25-29

 IV.            A FONTE DO AMOR
Só podemos agir dessa maneira quando temos o Espírito de Deus, em Rm 5:5  temos que "O amor de Deus está derramado (encharcado, transbordado) em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."  O Espírito Santo é a fonte deste e de todas as outras manifestações do fruto do Espírito. 

    V.            Concluindo
É possível realizar os atos mais sacrificais imagináveis ​​para com outras pessoas e ainda não agradar a Deus. Dar todos os seus bens e sua própria vida, também, e aos olhos de Deus não ser nada. É possível ser elogiado pelo mundo como o maior filantropo ou o mártir mais devotado e ainda não agradar a Deus. Por quê? Porque o que agrada a Deus é andar no Espírito e sendo conduzido no Espírito e com o fruto do Espírito
Que possamos alimentar nosso espírito com a palavra de Deus para que possamos frutificar com bons frutos, com o fruto do Espírito.
Servindo com Alegria,

Henrique Prudêncio.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Aprenda a viver contente com o que Deus lhe der

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

É necessário















Há muitas pessoas no nosso caminho
Feridas, cansadas, doentes, rumo â perdição.
Vizinhos, colegas de trabalho, ou um amigo que está ao seu lado
Parentes, ou até mesmo alguém que não conhecemos.

Nós, muitas vezes, passamos com indiferença
Sentindo por essas pessoas pouca compaixão.
Passamos pelo o outro lado, simplesmente passamos calados
Agindo conforme a nossa segurança e conforto.


Jesus Cristo é o Pão da vida, Ele dá vida à vida
Este é o Pão que devemos compartilhar.
Pois o mundo precisa de Deus, o mundo precisa de perdão
Ele precisa saber que está na escuridão

É necessário mostrar-lhes a Salvação
É necessário mostrar-lhes de Deus o amor.
Pois Deus enviou o seu Filho para salvar o perdido
Dando Sua vida em favor daqueles que amou.




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domingo, 28 de julho de 2013

Há diferença na adoração pública e adoração particular?


Na prática notamos de cara que há uma diferença sim simplesmente pelo fato de que a adoração ou o culto individual permite uma liberdade maior. Mas não é a prática que deve gerar a teologia (embora isso aconteça muitas vezes), é a teologia que deve gerar a prática.
  
Paulo recomendou em 1 Co 10:23,24,32,33 que devemos tomar o cuidado de não buscar nosso próprio interesse, mas o de outros. Isso quer dizer que quando estamos juntos nossa cautela deve ser muito maior. Só este fator lança muita luz sobre a pergunta porque um culto público impõe essas 'limitações'. Coloco entre aspas porque não é um fator negativo (se o fosse Paulo não teria recomendado).
  
Também me chama atenção o fato de 1 Tm 4:13 (onde Paulo recomenda a leitura das Escrituras a Timóteo, ser distinguida como leitura pública) Isso lança um 'cheirinho' de diferença entre leitura pública (adoração pública) e leitura particular.

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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Pensamento certo ou errado

Este artigo visa refutar os erros cometidos por Kenneth Hagin na interpertação de textos bíblicos usados no livro: Pensamento certo ou errado, Rio de janeiro, Graça, 2000.

Capítulo 1 – Pensar certo ou errado

Marcos 11:22-23
 “E Jesus, respondendo, disse-lhe: Tende fé em Deus; Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito”.

Kenneth Hagin apregoa que o verso acima ensina que devemos ter a fé de Deus, ou seja, a confissão que gera as coisas. Declara a existência de coisas que do nada virão a existir, podendo assim criar a realidade que quisermos.
Temos que ter fé em Deus, essa nossa fé em Deus é que faz com que os montes que enfrentamos a cada dia sejam superados, não pelo poder inerente a fé, mas no poder inerente do doador da fé, ou seja, o nosso Deus.
Se a palavra acima funcionasse automaticamente, isto é, se de forma literal Jesus nos desse qualquer coisa que lhe pedíssemos com fé, nosso destino e nossas lutas estariam sob nosso próprio controle, o que seria desastroso, pois somos incapazes de conhecer o que nos aguarda o futuro e o que é melhor para nossa vida. Todavia, nosso “Pai sabe do que necessitais, antes de lho pedirdes” (Mt 6.8; cf. Ef 3.20). Ele nos dará o que for melhor, e nem sempre pedimos o que é melhor. Deus poderá responder SIM ou NÃO, visto que Ele é soberano para fazer somente o que lhe apraz. Vejamos exemplos bíblicos em que Deus respondeu negativamente: Paulo orou com fé para que Deus o livrasse de um espinho na carne, e Deus não o atendeu (2 Co 12.8-9). Ele também estava capacitado por Deus para curar enfermos (Mc 16.18; At 28.9)), mas não pôde curar Epafrodito (Fp 2.25-27) nem Trófimo (2 Tm 4.20) nem Timóteo (1 Tm 5.23). 

1 João 1:9
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça."

A confissão positiva incentiva as pessoas a ignorar completamente os seus pecados e negar a sua realidade. Não quer falar alguma coisa negativa.  O medo de que uma confissão negativa pode trazer má sorte e por isso talvez se acumulando pecado que nunca é sempre tratado. 
A Bíblia nos ensina que nossas confissões positivas não podem contrariar a verdade dos fatos. Se um crente está com um câncer nos intestinos, com metástase no estômago e no fígado, não pode simplesmente afirmar que são apenas sintomas ou artimanhas do diabo para que haja confissão negativa. E quando o crente morre é porque morreu mesmo; não são sintomas da morte. Se o apóstolo Paulo fosse um “positivista”, teria negado a existência de um espinho na sua carne. Porém, com humildade, e reconhecendo a realidade da situação, revelou que “orei [pediu] ao Senhor por três vezes” para que desviasse de mim esse espinho. A reposta de Deus foi um não.

Rm 10.10b –
“ e com a boca se confessa a respeito da salvação.”

O autor interpreta que esse versículo é uma promessa que a Palavra de Deus deve ser confessada antes mesmo que se torne uma realidade.
O versículo 10, na verdade, é uma explicação do versículo 9. O que Paulo queria dizer é que a salvação é uma questão de confiança pessoal num salvador vivo, o que evidenciará por uma confissão sincera.

2 Co 5.17
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

Kenneth Hagin interpreta que pelo fato de sermos novas criaturas nós não podemos ter mais doenças ou enfermidades, pois isso indicaria que Satanás teria ainda domínio sobre nós.
Por sermos novas criatura isso indica que nossas prioridades, valores, sistemas, crenças mudaram fazendo com que olhemos as coisas com uma nova perspectiva. A graça de Deus não apenas justifica, mas também transforma em nova criatura, o que resulta em um novo estilo de vida. Os crentes foram eleito (Ef. 4.11), justificados (Rm 8.1), santificados (ICo 1.2) e glorificados (2 Co 3.18) em Cristo. Aqui Paulo enfoca a importante significado da união do crente com  o Salvador.

Capítulo 2 – Crer certo ou errado

Rm 8.37
 

Ele afirma que uma pessoa nunca será um vencedor, a menos que confesse que o é.  E acrescenta que se confessar errado, naturalmente, será uma confissão de derrota e fracasso, e de supremacia de satanás.
O apostolo Paulo está afirmando que somos mais que vencedores nas coisas que foram relatadas no versículo 35: A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada. Independente se confessarmos isso ou não somos mais que vencedores, pois a base dessa vitória está em Cristo que nos amou.

Mt 12.34

 Aqui o autor defende que se falarmos de doenças, é porque cremos nelas. Se falarmos de fracasso, é porque cremos neles. Inconscientemente falamos aquilo que está dentro de nós. Ele afirma que não é só a maneira de pensar, mas são as palavras que falamos é que constroem o poder ou a fraqueza dentro de nós.
Se nós podemos produzir o que quer que nosso coração deseja, basta exigir o que queremos pela fé, se é que podemos manipular o universo e talvez até mesmo Deus, então temos o nosso próprio gênio pessoal só esperando para cumprir os nossos desejos.




Capítulo 3 – Confessar certo ou errado

Gn 1.28
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

Kenneth afirma que quando Deus deu a Adão domínio, isso significava que Deus não tinha mais domínio Portanto, Deus não pode fazer nada nesta terra, a menos que deixá-lo ou dar-lhe permissão através da oração.
Deus criou o universo e o seu representante, o homem. Este encheria a terra e cuidaria do funcionamento da mesma. O homem cumpre o mandato de dar nomes à criação, debaixo da benção divina, expressando, assim, o fato de que ele leva em si a imagem do Criador-Rei.

I Pe 2.24

Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. 

Kenneth estava com um problema cardíaco e, segundo ele, já estava curado por causa do texto acima, mas ele estava tendo dois ou três ateques cardíacos por dia. Ele orava constantemente, mas precisava de algo além da oração, precisava de uma oração de que crê. Precisa acreditar na palavra e agir sobre ela.
O texto fala que Jesus, por não ter pecado, foi o perfeito substituto pelos pecados da humanidade. Carregar os pecados era ser punido por eles. Cristo sofreu o castigo e a condenação n lugar dos cristãos, satisfazendo, assim, a um Deus Santo. A cura física somente virá na glorificação, quando não haverá mais dor, doença ou morte (Ap 21.4).

Oração do pecador para receber o Jesus como Salvador

No final do livro o autor escreve uma oração para o pecador receber Jesus como Salvador, mas em nenhum momento fala de arrependimento de pecado, que é pecador, que precisa de perdão. O confessar Jesus com o Senhor Rm 10.9, implica em arrependimento do pecado, confiança em Jesus para a salvação e submissão a ele como Senhor, e não um simples reconhecimento de que ele é Deus e Senhor do mundo, pois até os demônios reconhecem isso como verdadeiro(Tg 2.19).

Conclusão

Sempre que as supostas coisas de Deus e as pessoas de Deus tornam-se popular com os habitantes deste mundo caído é prudente ter discernimento extra. O normal é que os cristão sejam perseguidos pelo que crêem, e não serem aceitos pelo mundo. Jesus nos advertiu: "Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós" (João 15:20 ). Por quê? Porque a mensagem da cruz é loucura para os que perecem ( 1 Co 1:18 ). Por isso, quando encontramos uma mensagem cristã ou ministério ou o homem ou a mulher que está sendo elogiado pelos incrédulos podemos ter a certeza que tanto a humanidade não regenerada ainda não pegou o que está sendo dito, ou que o que eles estão dizendo que está em linha com o que o incrédulo já acredita ou querem ouvir. A mensagem desse livreto é exatamente o que os incrédulos e os cristãos sem discernimento querem acreditar e eles estão entusiasmados em ter alguém que afirma ser um porta-voz confiável para Deus concordar com eles. Isso explicaria o sucesso incrível que essa doutrina tem ganho em várias partes do mundo.

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domingo, 5 de maio de 2013

Disciplina na Igreja


Disciplina na Igreja
Jim Elliff  & Daryl Wingerd – Editora Fiel

No inicio do livreto, Jim Elliff comenta a história de seu pai, ministro do Evangelho, na qual ele cometeu adultério com a sua secretária, e que a igreja recusou-se a discipliná-lo, onde é relatada com mais detalhes Revista Fé para Hoje – n° 31. Esta atitude tomada pela a igreja foi, comenta o autor, porque ela não era acostumada a esse tipo de ação, mas também por causa da posição de seu pai na igreja e na cidade. Ele comenta que, se a igreja na época do adultério do seu pai o tivesse disciplinado, poderia, talvez, ter evitado que ele se separasse de sua esposa, como é relatado no artigo.

O Autor tem a convicção que é responsabilidade da igreja exercer a Disciplina Bíblica sobre os membros que erram e deixa claro no seu livro que a disciplina é para corrigir e restaurar os membros, quando caem em pecado, mantendo assim a pureza da igreja, conforme o Senhor Jesus diz em Mt 18:15-20.

Ele classifica cinco níveis de comportamentos pecaminosos em que a disciplina eclesiástica poderá ser aplicada. Mas enfatiza que cada caso é um caso, e que a igreja deve exercer a disciplina com oração, com a aplicação das Escrituras e na dependência do Espírito Santo.

Caso 1: Falhas Menores

São casos onde não precisam de uma disciplina, e sim de uma confrontação direta com a pessoa. Por exemplo, se a pessoa reclama demais, é mesquinha, murmura, é impaciente de vemos revelar as falhas em vez de recorremos à disciplina( Pv 10.12; Rm 15.1; I Pe 4.8), mas com o cuidado de tentar tirar o “argueiro” do olho do nosso irmão, se temos uma trave no nosso(Mt 7: 1-5).

Caso 2: Pecados que não podem ser confirmados

São casos em que  somente um  membro tem conhecimento, além dos envolvidos. São casos onde não se tem uma prova concreta, p.ex: quebra de um trato verbal sem testemunhas. Nesse caso o problema  deve ser tratado somente pelos envolvidos. Caso o culpado não queira se retratar, o caso deverá ser entregue a Deus, e não deve ser exposto a mais ninguém(Mt 18:16; Pv 25:8-10).

Caso 3: Ofensas de natureza pessoal

São aquelas que acontecem entre dois membros de uma mesma igreja. Por exemplo: insultos, calúnia, agressão física, etc. Neste caso a pessoa ofendia dever segui as instruções de Mateus 18:15-17.

Caso 4: Desobediência Pública

A desobediência pública é descrita como um comportamento pecaminoso que causa dano à unidade, à integridade doutrinária, à pureza ou à reputação da igreja como um todo. Essa categoria inclui falso ensino, facções, contendas, fofoca, calúnia contra a igreja ou seus líderes, insubordinação, imoralidade sexual,etc.

Em tais casos, os dois alvos da disciplina eclesiástica são:

• Proteger e preservar a unidade, integridade doutrinária, pureza e reputação da igreja (At 20.28-31; Hb 12.14-16).
• Identificar aqueles que começam a cometer pecados dessa natureza, empregar várias medidas bíblicas para convocá-los ao arrependimento e restaurá-los sempre que for possível (Gl 6.1; Tg 5.19-20).

Devemos sempre parar, orar, buscar conselho sábio e aplicar as Escrituras com cuidado, considerando cada caso individualmente.Todas estas diversas medidas intentam corrigir e restaurar, assim como manter a paz e a pureza. São aplicadas enquanto ainda existe esperança de arrependimento.

Caso 5: Iniqüidade Intolerável

Iniqüidade intolerável diz respeito a situações onde só resta um procedimento adequado: a exclusão do rol de membros.

O Autor cita três tipos de pessoas que devem receber este tipo de disciplina.

  1. Transgressores impenitentes — aqueles que se recusam a reconhecer seu pecado e a se arrependerem, mesmo após repreensão pública e exortação por parte de toda a igreja (Mt 18.17).


  1. Pessoas culpadas de ofensas gravíssimas — aquelas que cometem um pecado tão grave, vergonhoso ou notório, que, se não forem excluídas, podem manchar a reputação de Cristo e de sua igreja (Rm 2.21-24; 1 Co 5.1,5,13).


  1. Transgressores que são afamados por suas iniqüidades — cristãos professos que são conhecidos publicamente por pecados tais como heresia, apostasia, divisões, imoralidade sexual, embriaguez, lascívia, etc. O estilo de vida pecaminoso de tais pessoas as torna indistinguíveis dos descrentes. Em outras palavras, eles são tão caracterizados por falsas crenças, falso ensino, intenções destrutivas, afeições mundanas ou vidas imorais que não podem, por definição, ser consideradas cristãos (1 Co 5.11-13; 6.9-10; Gl 5.19-21; Tt 1.16; 1 Jo 1.5-6; 2.3-4; 3.9-10; 2 Jo 9-11)

Considerações finais

O resultado almejado da disciplina na igreja é sempre o arrependimento e a restauração do ofensor. As medidas empregadas, quer sejam em particular ou em público, devem sempre ser tomadas em espírito de amor, gentileza e humildade (Gl 6.1-2). Quando a restauração não ocorre, e a exclusão se torna necessária, ficamos felizes por ver preservada a pureza de Cristo e de sua igreja, mas devemos lamentar, individual e coletivamente, pelo fato de que alguém com quem mantínhamos comunhão tenha se revelado um incrédulo. Questões relativas à disciplina devem ser tratadas de imediato, logo que o pecado é descoberto. É inadequado adiá-las, uma vez que isso estimula a continuidade do pecado, mantém na igreja um clima tenso e desagradável e cria um sentimento de indiferença em relação ao comportamento pecaminoso.


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sexta-feira, 8 de março de 2013

UM TRIBUTO ÀS SAGRADAS ESCRITURAS


Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2 Tm. 3:16)

                A Bíblia – peculiar dádiva do céu (Calvino). Estamos diante de uma revelação grandiosa dada pelo próprio Deus Trino, o Criador e Sustentador de todo o universo, de Gênesis-Apocalipse, uma revelação do princípio ao fim da história da humanidade, o registro dos atos sobrenaturais de Deus na História.  A Bíblia é um livro sem igual, um livro vivo.

                A Palavra do próprio Deus; Quando a Bíblia fala, Deus fala. Ela veio do céu, é espiritual, algo incrível. Temos, portanto, um privilégio incomparável, incomensurável, sobrenatural, grande responsabilidade ao recebê-la, lê-la e ouvi-la, e guardá-la; um tesouro inigualável, mais valiosa que ouro puríssimo, nada mais tem valor diante da voz do SENHOR “Fala, SENHOR, porque o teu servo ouve.”[1 Sm 3:39] Disse Samuel; Ela é nossa proteção contra a apostasia e todo engano das astutas ciladas do Diabo, contra todo engano do mundo e também do auto-engano,  tudo que é necessário para uma vida piedosa, uma vida que agrada o SENHOR, uma vida feliz  em um mundo tenebroso que jaz no Maligno e passageiro e destinado à destruição.

                Ela revela a Pessoa de Deus, do Senhor Jesus Cristo, do Espírito Santo  e o amor de Deus pelos homens, dentre muitos outros assuntos fundamentais necessários ao conhecimento humano; uma grandiosa benção para toda humanidade que pode recebê-la, especialmente para os eleitos de Deus. Nada há de mais valor em termos visíveis do que a Bíblia na face da terra; é motivo de louvor, adoração, de gozo, grande alegria, temor, gratidão, esperança, de amor para com o Deus trino. Devemos lembrar, continuamente, o que a própria Bíblia diz: No Senhor Jesus Cristo estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento (Cl.2:3); portanto, regozijai-vos do Senhor e no Seu Evangelho – as Boas Novas. 
               
                A Bíblia é proveitosa por excelência e seu ensino requer que o leitor seja um aprendiz, capaz de ouvir e obedecer, requer humildade, que sejamos ensináveis e cheio de temor, conscientes da nossa incapacidade de julgar a nós mesmos,  sejamos  dependente e desejemos  um padrão de justiça do alto. 

                A Bíblia pressupõe seja seu leitor um homem de Deus, convertido e seu propósito é extremamente elevado em termos de santidade, natureza divina, integridade e capacitação para o ministério do Senhor Jesus Cristo – salvação, libertação e boas obras.  Que cada leitor da Bíblia possa dizer como salmista: “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!” (119:97).

César Pimentel

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O QUE É O EVANGELHO?


“O que é o Evangelho?” é um livro escrito em momento oportuno! Diante de tanta confusão sobre o que é o Evangelho e quem é evangélico, Greg Gilbert apresenta uma defesa bíblica do que é o Evangelho das Escrituras. Ele vai além de um estudo de vocábulo para expor passagens e narrativas repletas de conteúdo do Evangelho.
Greg Gilbert é pastor da third Avenue Baptist Church, em Louisville, KY. Gilbert pergunta e responde quatro questões cruciais: Quem nos fez? Qual o nosso problema? Qual a solução de Deus para esse problema? E, Como posso ser incluído nessa solução?
Como um remédio, ele escreveu um manual conciso e simples que resume o evangelho bíblico.
Gilbert comenta:
 "Um dos grandes perigos com qual o corpo de Cristo se depara hoje é a tentação de repensar e reafirmar o evangelho de um modo que tenha em seu centro outra coisa, e não a morte de Jesus na cruz em lugar dos pecadores." p.139.
Em "O que é o Evangelho?" (Publicado pela Editora Fiel em 2010), resume estas perguntas descrevendo: Deus, o Homem, Cristo e Resposta (fé e arrependimento).
Cada ponto é tratado em um capítulo. Seguido por capítulos sobre o Reino, Mantendo a Cruz no centro e o Poder do Evangelho. O autor expande cada um dos conceitos mostrando que Deus é o Criador ao qual todos nós iremos prestar contas. Sem Cristo, não somos criaturas autônomas vivendo num mundo aleatório, mas pecadores debaixo da ira de Deus. O problema da Humanidade é um relacionamento quebrado com o próprio Deus. Mas Cristo Jesus pagou o preço por nossos pecados, segundo as Escrituras (1 Co 15.1-4).
A cruz e a expiação substitutiva de Cristo são o coração do evangelho. O arrependimento é necessário, bem como a fé - um ponto que, muitas vezes,  é perdido em apresentações do evangelho na atualidade. O Evangelho se define na CRUZ de Cristo e não num plano especial para a sua vida. E diante dessa mensagem, o ouvinte é confrontado em responder com fé! Essa é a mensagem do Evangelho. Simples, mas profunda.
Em geral, este é um corretivo muito útil para a aberração contemporânea do evangelho. Ele argumenta que apesar de ser uma pergunta tão elementar, há inúmeros cristãos que não sabem respondê-la, o que é verdade.

"O que é o Evangelho?" É um livro muito bom para dar a um incrédulo interessado em saber em que os cristãos acreditam. Este livro pode ser utilizado em uma classe de novos membros, mesmo pode ser dado como um corretivo para idosos e outros santos maduros.

O prefácio é escrito por DA Carson e o livro é elogiado por Al Mohler, C.J. Mahaney, Bryan Chappel, Mark Dever, Johnny Hunt, Tullian Tchividjian e vários outros.



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