domingo, 5 de outubro de 2014

Brasil, existe uma chance de ser novamente feliz!

A chegada de cada eleição é sempre acompanhada de grande euforia. A esperança de dias melhores renasce nas incríveis promessas dos candidatos. E muitos ainda ousam acreditar.

 Tenho certeza que o homem não tem estrutura para lidar com o poder, pois quando chegam lá esquecem o que falaram.

 O Brasil precisa de um governante que possa enfrentar a violência e fazer a paz.
 Que seja imune a corrupção e o povo tenha tranquilidade de saber que ele jamais se venderá. Que nunca entre  alianças corruptas e interesseiras e tenha autoridade para fazer cumprir suas leis. Que fortaleça as bases morais da nação a começar pela valorização da família.

 Sera que isso é possível? Isso lhe espanta?  Talvez você responda que é impossível alguém deste mundo que se encaixe nesse perfil. E eu concordo!

O programa de governo que desejo e sonho está longe do que nos é apresentado. Mas eu posso dizer: Brasil, há uma esperança. Volta teus olhos pra Deus o justo juiz.

Acorda Brasil!!! Só é feliz a nação cujo Deus é o SENHOR!!!

Henrique Prudêncio.


Read more...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A tua maneira


Ás vezes tudo parece estar errado

Mas eu sei Senhor, que no controle tu estás.

 O que eu preciso Tu me darás, Senhor,

Não no meu tempo, e sim no Teu.

Pois a Tua maneira é sempre a melhor

Mesmo que ao meu olhar

 Pereça Ser a pior.

Obrigado, pelo cuidado que

Tens Comigo Senhor.





Read more...

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Morte

Leitura: Lc. 16:19ss.


Muitos fatos podem ser questionados. A existência de Deus, por exemplo, a ida a Lua, a existência de extraterrestres, etc. Mas, não existe ateu ou cético que negue a existência e/ou realidade da morte. É um fato; que alguns talvez almejem esquecer, abafar, evitar, desviar ou fugir desesperadamente. Mas ainda é um fato. Podemos até lhe dar outros nomes: viagem, passagem, despedida, uma melhor etc. Contudo, haverá sempre um morto para não nos deixar esquecer. Às vezes parece distante e irreal quando o arauto da morte é um repórter preso à TV, ou quando seu testemunho são as remotas cruzes do cemitério que rapidamente desaparecem. Mas mostrar sua realidade mais dura quando quem deixou de respirar, é alguém próximo – alguém que deixará no quarto, na cama, na cadeira da sala de estar e no nosso coração um imenso vazio.

A despeito de ser um fato, a morte para muitas pessoas é um grande mistério. O que acontece no pós-morte (post morten) é especulado em todas as culturas. As religiões estão cheias de respostas. Há quem diga que a morte é uma grande constante em nossa vida. Nesta perspectiva, nascemos, morremos, nascemos, morremos….

Consideraremos verdades sobre a morte. Alguns questionamentos são importantes para orientação:


  • Qual deve ser nossa reação às mortes constantes ou em massa?
  • A morte é sempre uma bênção para o crente?
  • A morte é igual para todos os crentes? Em que sentido?
  • O que acontece depois da morte?
  • Ficamos conscientes? Ou em um sono profundo?
  • Para onde vamos? Sempre ficaremos lá?
  • Recebemos um corpo, ou ficamos despidos corporalmente?
  • Há julgamento para todos?

Read more...

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

RESSURREIÇÃO – ARREBATAMENTO



Leitura: 1 Co. 15:1-4; 1 Ts. 4:16ss.

A
 Bíblia é um livro de história – da história da salvação. Nela podemos tomar conhecimento de vários eventos redentivos (e.g., êxodo, invasão da terra, a vinda do Senhor Jesus) determinados pelo Senhor em cumprimento do seu plano. Nos dias de Moisés, por exemplo, o evento redentivo pregado, e portanto esperado, era a libertação da escravidão e a posse da terra. Já nos dias posteriores ao rei Davi, o grande evento esperado era a vinda de um rei de sua dinastia. Nos dias de Noé, o dilúvio; e nos dias de Abraão, um filho. O Senhor, pois, não revelava somente o que acontecia no desenrolar do plano. Ele revelava o evento redentivo que ainda não se realizara – aquele que deveria fazer parte da esperança do povo. É evidente que todos os eventos estão relacionados (O filho prometido em Gn. 3:15 é o mesmo que viria por meio de Abraão, e que seria descendente de Davi). Mas, um em especial se destacava.

As epístolas paulinas nos revelam o próximo evento redentivo: o arrebatamento e a ressurreição. Assim como Abraão esperava seu filho, devemos esperar o arrebatamento e a ressurreição dos nossos corpos. Em outras palavras, a modificação do nosso corpo para uma realidade mais espiritual deve ocupar nossas expectativas mais profundas. E nada pode nos desviar dessa esperança e certeza.

Alguns questionamentos poderão lhe ajudar a considerar a natureza desse evento:


  • Todos, justos e injustos, passarão pela ressurreição?
  • Os que essa doutrina tem a nos ensinar sobre o corpo? Devemos valorizá-lo?
  • Já fomos ressuscitados? Se fomos, que tipo de ressurreição sofreremos no futuro?
  • Qual o nível de importância da ressurreição para a fé cristã?

Read more...

domingo, 10 de agosto de 2014

O AMOR SEMPRE VENCERÁ.


O amor é paciente,
Tudo sofre e tudo crê,
É um caminho excelente
Pra os conflitos resolver.

Tudo suporta e espera
E se alegra com a verdade.
O amor a tudo supera
E deve ser com sinceridade.
           
            O amor é maior que a fé
            O amor é maior que a esperança
            Certamente que provações chegarão
            No amor de Deus está nossa união
            E com ele não há quem possa nos derrotar
            Pois o amor sempre vencerá.

Multidões de pecados
O amor pode cobrir
Ele será exaltado
Quando o perdão existir

O agir e o falar
Devem ser com muito amor
Pois devemos demonstrar
O amor que vem do Senhor
           

            

Read more...

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO

A Bíblia promete a imortalidade. Em primeiro lugar, há uma promessa trágica que a alma que morre sem o conhecimento de Jesus Cristo entra em um inferno imortal e eterno.  Aquele que morre com um conhecimento de Jesus Cristo entra em um céu glorioso, feliz, onde a presença de Deus é para sempre. Em ambos os casos, se no céu ou no inferno, o homem é imortal e vive para sempre. Jesus disse em João capítulo 5 e no versículo 25: "Em verdade, em verdade vos digo que, vem a hora, e já chegou , em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão." Verso 29: "E sairão, os que fizeram o bem sob a ressurreição da vida e os que tiverem praticado o mal sob a ressurreição do juízo." Todo mundo vai ser ressuscitado. Alguns para a ressurreição da vida, disse Jesus, uns para a ressurreição do juízo. Mas todos serão ressuscitados.
Paulo dá uma grande análise da ressurreição em 1 Coríntios 15
A ressurreição de Cristo é a pedra fundamental da doutrina cristã e da nossa fé
Menciona-se, pelo menos, 104 vezes no Novo Testamento. A ressurreição de Cristo foi, é, e sempre será a verdade absoluta mais importante na história do mundo. A ressurreição foi o grande ponto enfático no sermão de Pedro no dia de Pentecostes.  A doutrina central do apóstolo Paulo pregou no Areópago, na cidade de Atenas, em Atos 17 para aqueles filósofos foi a ressurreição de Jesus Cristo. Mais tarde, quando os judeus prenderam Paulo no templo em Atos, capítulo 26 e procuravam matá-lo, ele recebeu a ajuda de Deus e pregou-lhes a ressurreição de Jesus Cristo.
A ressurreição é tudo ao cristianismo. A crucificação perde o seu significado, sem a ressurreição. A vida de Cristo é um desperdício sem a ressurreição. Sem a ressurreição, a morte de Cristo torna-se a morte heróica de um mártir nobre. Mas, com a ressurreição, a morte do Filho de Deus torna-se expiatória. Não haveria nenhuma igreja se Ele não tivesse ressuscitado. Nós somos produtos da ressurreição. A ressurreição de Jesus Cristo é tão importante que Paulo leva todo este capítulo para detalhar cada parte dela.
Agora, vamos ver seis coisas aqui neste capítulo: a evidência da ressurreição, a importância da ressurreição, a seqüência da ressurreição, o corpo da ressurreição, o evento da ressurreição, e a vitória da ressurreição.
      I.      A EVIDÊNCIA DA RESSURREIÇÃO
Em primeiro lugar, observe a evidência da ressurreição. Essa é a primeira parte do capítulo. Agora, Paulo tem, naturalmente, uma mente lógica, e ele não está prestes a empurrar em alguém algo que não pode ser verificada. E assim, quando ele começa a falar sobre a ressurreição, ele a fundamenta por provas de que, de fato, a ressurreição aconteceu. Ele dá três linhas básicas de prova. 
A.   A EXISTÊNCIA DA IGREJA
O primeiro deles é a existência da igreja, e eu não quero dizer o edifício; Refiro-me ao corpo de Cristo, os crentes. Observe os versículos 1 e 2: "Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei. Que também recebestes, no qual ainda perseverais, pelo qual também sois salvos." E, claro, era um evangelho da ressurreição, não foi? "
Agora, a salvação não pode acontecer se Cristo não ressuscitou. E assim Paulo diz que o fato da salvação vindica a ressurreição. O apóstolo Paulo mesmo disse em Romanos 10 : "Se você confessar com a tua boca o Senhor Jesus Cristo e crer que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás," o quê ", será salvo." A salvação é baseada na ressurreição. E qualquer indivíduo salvo é testemunho para o fato de que Ele ressuscitou.
B.   AS ESCRITURAS
Paulo dá uma segunda linha de provas. As Escrituras do Antigo Testamento validam a ressurreição. Versículo 3: Por Escrituras, ele está se referindo ao Antigo Testamento.Agora, Paulo está dizendo que o Antigo Testamento profetizou e prometeu Jesus iria morrer pelos nossos pecados.  Onde está aquele no Antigo Testamento? Em todo o lugar. Particularmente, está em Isaías 53, Ele descreve sua crucificação. Mas ainda mais do que isso, você leu o Salmo 22, e você vai ler todos os detalhes de sua morte, centenas de anos antes de escritos Ele era nem nascido. Ele ainda começa que o Salmo, dizendo: "Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste", o próprio grito de Jesus na cruz. Move-se a descrever um homem que é seca, cujos ossos tornaram-se exposto, a imagem da crucificação. Ele ainda descreve a zombaria das pessoas e a cuspir das pessoas sobre ele. Cada detalhe é logo ali no Salmo 22. Quando Jesus morreu, Ele cumpriu ao pé da letra a profecia do Antigo Testamento.
Mas mais do que isso, talvez, o sistema sacrifical do Antigo Testamento inteiro é um grande e glorioso tipo de Jesus Cristo.  Cada um deles era uma imagem de que um dia o cordeiro último viria e derramou Seu sangue. Através de todo o sistema, no Antigo Testamento, Cristo é apresentado no tipo e na profecia verbal. E assim, diz Paulo, o Antigo Testamento prometeu que Jesus viria e que ele iria morrer.
E então, no versículo 4, ele diz: "E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras."Você sabia que o Velho Testamento também indica que Cristo ressuscitou dos mortos? Talvez Paulo tenha em mente a Palavra de Deus no Salmo 16:10. E, claro, em Atos capítulo 2, a mesma passagem é pego novamente no grande sermão lá no versículo 31. Essa profecia era uma profecia da ressurreição de Jesus Cristo. Essa é uma profecia específica. 
C.   TESTEMUNHAS PESSOAIS. 
Então Paulo diz não só existe o testemunho da igreja, há o testemunho do Antigo Testamento que o Messias que morreria e ressuscitaria. E, em seguida, em terceiro lugar, há testemunhas pessoais. 
1.     Pedro
Pedro negou a Cristo três vezes, e Jesus lhe deu três chances para dizer que ele amava(Jo 21.15. E foi assim que Pedro fortaleceu o relacionamento com o Mestre, que este fez com que Pedro se tornasse um pregador do Evangelho e proclamou um sermão no qual 3.000 pessoas vieram a Jesus Cristo. Você vê, isso é apenas a maneira que o amor de Jesus funciona. Então Pedro era uma testemunha..
2.     Os Doze
É interessante ver o que aconteceu quando Jesus apareceu aos apóstolos após a Sua ressurreição. O versículo 19 de João 20. As portas estão todas fechadas. De repente, Jesus vem através da parede.  A Bíblia nos diz que eles estavam em pânico. 
3.     500 pessoas
Em qualquer tribunal de justiça, 500 testemunhas todos concordando com o mesmo testemunho seria bastante convincente. É incrível como os críticos têm atacado estas 500 testemunhas. Um disse: "Todos eles tinham uma alucinação." 500 indivíduos, todos com a mesma alucinação ao mesmo ponto no tempo, no mesmo local. Um pouco difícil de acreditar. 500 pessoas viram Jesus de uma vez.
4.     Tiago
Tiago, irmão de Jesus. Este é seu meio-irmão, é claro, desde que ele era virgem nascido. Mas Tiago, como o resto dos irmãos do Senhor, não cria em Cristo antes de sua morte. Na verdade, de volta ao capítulo 7 de João, a Bíblia nos diz muito explicitamente no versículo 5 que "seus irmãos não acreditavam nele”. Mas com o tempo você começa a Atos capítulo 1 e versículo 14 há uma reunião de oração acontecendo antes de Pentecostes, e eles estão continuando em oração e veja quem está lá ", as mulheres, Maria, mãe de Jesus e seus irmãos." E no momento em que você começa a Atos, capítulo 15, Tiago foi escolhido para ser o cabeça da igreja em Jerusalém. Agora, algo aconteceu entre o sétimo capítulo de João e do primeiro capítulo de Atos. Alguma coisa aconteceu com a morte e ressurreição de Jesus Cristo, para convencer Tiago e os outros irmãos. Agora, a Bíblia não nos diz, mas ela diz ali que, evidentemente, Jesus apareceu a Tiago. E eu não sei o que ele disse, mas o que quer que fosse, evidentemente, Tiago estava convencido
 
 
5.     Paulo
No caminho de Damasco Paulo viu o Senhor Jesus Ressurreto. A evidência da igreja, cada indivíduo salvo é hoje um testemunho vivo de que Jesus ressurgiu daquele túmulo. O Antigo Testamento é evidência de que Jesus saiu do túmulo. As testemunhas - mais de 500 deles -  e Paulo pessoalmente O viram. Ele ressuscitou. A evidência é conclusiva. Assim, vemos a evidência da ressurreição.
   II.      A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO
Como é que é tão importante? Por que a ressurreição é importante?  Os saduceus não acreditavam que qualquer ressurreição ia acontecer. Paulo responde nos versículos seguintes. Para negar a ressurreição dentre os mortos, então, seria negar a ressurreição de Cristo. E se não há ressurreição. É o fim de tudo. É o fim do cristianismo. É o fim da fé cristã. É o fim de tudo. O cristianismo torna-se um sistema de bom conselho que acaba por ser um mau conselho. E assim como você pode sair e viver como você quer viver, porque não importa de qualquer maneira, se Cristo não ressuscitou. Se não há ressurreição, quem se importa?
Mas isso não é assim, porque Ele ressuscitou. Jesus disse um dia a Marta: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morra, viverá. E aquele que vive e crê em mim não morrerá, eternamente". Nossa fé depende da ressurreição de Jesus Cristo. " O versículo 16, Paulo reitera o fato: "Se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou?" Nossa fé se torna uma filosofia, um desperdício. A nossa fé é baseada em um fato histórico. Se esse fato não aconteceu, então a fé cristã é aniquilado. 
Mas olhe para o versículo 20, e aqui está a chave. Ele ressuscitou, para o louvor a Deus. Se Cristo não ressuscitou, estamos perecendo.  Nossa fé é destruída. Ele não conseguiu lidar com o pecado. Ele não pagou a nossa penalidade. Ele não cobriu nossos pecados. Vamos morrer em nossos próprios pecados e ser condenados ao inferno para sempre, se Cristo não ressuscitou. Mas louvemos a Deus, Ele o fez, e nós temos esperança.
III.      A SEQÜÊNCIA DE RESSURREIÇÃO
Cristo é o primeiro a ser ressuscitado. Ele é a primícia. E porque a sua ressurreição foi válida, assim será a nossa. Ele é a garantia de que a ressurreição acontecerá. Quando Jesus Cristo saiu do túmulo abriu-se o caminho para nós. "Porque eu vivo, vós também vivereis." Então, qual é a seqüência? Cristo e, em seguida, os que são Seus na Sua vinda. I Ts 4.15. Seja o que for, a Bíblia diz que a voz do arcanjo, a trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, saindo dos sepulcros. Cada túmulo onde o corpo foi colocado de um crente lança um novo corpo glorificado.
IV.      O CORPO DA RESSURREIÇÃO
Teremos, agora, um corpo incorruptível que significa que não pode ficar doente, morrer ou nunca ser ferido. De jeito nenhum. É um corpo imortal, incorruptível. Nunca morre. Apocalipse diz que não haverá mais morte, nem pranto, a dor. Não mais dor. Não mais morte. Um imortal, para sempre corpo. Incrível. Um corpo imortal.
Vai ser um corpo glorificado. Agora, eu não sei o que tudo está envolvido em um corpo glorificado, exceto que eu sei que não haverá nenhuma das restrições do mundo natural. Vai ser um corpo sobrenatural.
Então a última coisa que ele diz é que vai ser espiritual.  Ele significa que o corpo vai abrigar o espírito. Por fim, o espírito eterno vai ter um corpo eterno para igualá-la. Vai ser o corpo espiritual para abrigar o espírito eterno.
O que o nosso corpo vai ser como? Bem, você vai ter um corpo espiritual que vai abrigar seu espírito eterno, um corpo poderoso capaz de atividades sobrenaturais, um corpo glorificado, sem restrições naturais de todo, um corpo incorruptível, sem capacidade de falhar. I Jo 3 2
   V.      O MOMENTO DA RESSURREIÇÃO
Assim, vemos a evidência, a importância, a seqüência e o corpo da ressurreição. Agora, deixe-me mostrar-lhe o momento da ressurreição, no versículo 51. Quando é o momento?  Em um momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta, pois as trombetas soarão e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados, por isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revista da imortalidade ". cristo pode voltar a qualquer momento, e quando Ele voltar isso acontecerá.
VI.      A VITÓRIA DA RESSURREIÇÃO
Paulo zomba da morte um pouco no versículo 55: "Ó morte, onde está teu aguilhão?, Ó morte, onde está tua vitória?" O versículo 57, "Graças a Deus, que nos dá", o que, "a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo." Isso é ressurreição, meus amigos. Louvado seja o Senhor. Quando Jesus disse: "Porque eu vivo, vós também vivereis", Ele quis dizer isso. "E aquele que vive e crê em mim disse, não morrerá eternamente."
 
Concluindo...
Que possamos ter a certeza da ressurreição de Cristo em nossos corações, pois ela é central para a fé Cristã. Alegramos-nos e confessamos que Cristo foi crucificado, mas que, ao mesmo tempo é o Senhor ressurreto.
Que possamos ter em mente que a ressurreição é a garantia de nossa salvação e ressurreição para a vida eterna.
 
 
 
 

Read more...

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aceitando os outros como Jesus



Rm 15.1-7
Qual a finalidade da nossa existência como seres humanos?
É esse seu desejo viver para a glória de Deus? Como fazemos isso?
Glorificamos a Deus o adorando, proclamando sua verdade e obedecendo a sua Palavra. Há uma forma especifica de glorificar a Deus que esta em Rm 15: buscar a unidade na igreja.
Caos, confusão, contenda, inveja, ciúme, raiva, amargura, discórdia, luta, o ódio, a indiferença para com as necessidades dos outros, egoísmo, falta de amor sacrificial, todas essas coisas violam a unidade da Igreja e, portanto, viola a vontade de Deus e eles tem distorcido Seu testemunho no mundo. A harmonia amorosa e unidade da Igreja são de grande preocupação para Deus. 
            Primeiro de tudo, deixe-me dizer que a unidade da Igreja é a preocupação de Deus:
       I.            Pai
Sl 133 - Aqui o salmista diz que a unidade é uma coisa doce e perfumada e bonita para Deus.  A unidade dos redimidos é realmente o propósito de Deus. E esse propósito, é claro, em última análise, encontra a sua consumação na glória eterna e somos lembrados em Apocalipse capítulo 21 
    II.            Filho
Jo 17.23 - A preocupação especial de Deus Pai que sejamos um. É a preocupação especial de Deus, o Filho, para que sejamos um.
 III.            Espírito
At 2.38-47 - O Espírito de Deus move-se no dia de Pentecostes, as pessoas são resgatadas e a primeira característica dessas pessoas é uma unidade definido pelo Espírito. Eles eram  um:
a.      No louvor;
b.      Na comunhão;
c.       No partir do pão;
d.      Na oração;
e.       Na doutrina;
f.       Na proclamação;
Esta era a obra do Espírito de Deus dentro deles. É o desejo, então, de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo que sejamos um. Em outras palavras, uma vez que há um só Deus e há um só Senhor e um só Espírito e o desejo de todos eles é que mantenhamos a unidade do Espírito no vínculo da paz, devemos ser exortados a fazer exatamente isso. Isso, então, é a vontade de Deus. Esta é a vontade da trindade.
Vamos voltar para Romanos 15. E o que nós queremos ver aqui é isso, Paul percebe que um dos maiores perigos para a unidade da Igreja é o potencial de discórdia entre cristãos fortes e fracos. Uma vez que esta unidade é tão essencial para Deus, Paulo também considera essencial para ensinar a questão da unidade também. Ele sabe que um dos grandes problemas potenciais na igreja é o conflito entre cristãos fracos e fortes que podem prejudicar a unidade da igreja.
Na igreja temos que estar preocupados em agradar os outros, não a nós mesmos, para que essa unidade seja uma realidade, certo? Se todo mundo está projetando sua vida, suas atitudes, ações e respostas apenas para agradar a si mesmo, teremos, então o caos. 
Para agradar aos outros em vez de nós mesmos, requer vários motivos espirituais elevados. E eu listei seis deles que nos levará através do texto, vamos passar rapidamente. Seis motivos espirituais .
Devemos agradar um ao outro tendo Cristo como nosso exemplo
De que maneira?
       I.            TENDO CONSIDERAÇÃO PELO OUTRO
No versículo 1 Paulo resume tudo o que ele vem dizendo no capítulo 14.  Resumindo os versículos 1 a 12, "Receber um ao outro com compreensão."  Porque o Senhor recebe cada um, porque o Senhor sustenta a cada um, porque o Senhor é soberano sobre cada um deles, e porque o Senhor julgará cada um. Então, precisamos receber cada um. Nos versículos 13 a 23, ele disse que para edificar um ao outro, sem ofender. 
Um crente forte ... ele não está falando tanto sobre o crescimento apenas espiritual, embora isso seja parte dela, um crente forte é um crente que entende sua liberdade. Ele entende o que ele é livre para fazer. Por exemplo, em que a cultura que ele entende que ele é livre para comer carne de porco, embora a lei mosaica proibi-lo, porque em Cristo, que a lei é posta de lado. Ele é livre para fazer o que ele quer fazer em qualquer dia da semana, ele não é obrigado por lei sábado.
Mas um crente fraco é aquele que ainda não sente a liberdade para fazer isso. Ele pode ser um judeu que não se sente a liberdade de violar o sábado, ele não sente a liberdade de comer certas carnes, ele não sente a liberdade de quebrar algum festival ou dia de festa. Ou talvez ele seja um gentio que não se sente a liberdade de comer carne que já foi oferecido a um ídolo e agora é vendido no mercado. Ele não pode lidar com isso, porque evoca todo o passado.  Nós não temos de prestar atenção às antigas cerimônias religiosas, mas algumas pessoas ainda estão vinculadas a isso. E nós precisamos ser pacientes até que eles possam crescer longe desses tabus. E esta é a atitude de consideração pelos outros. E esta é a primeira atitude que devemos ter, se vamos para agradar alguém. Consideramo-los antes de nós mesmos.
Nós não devemos agradar aos homens, ajustando o evangelho de modo que eles querem ouvir. Nós não devemos agradar aos homens, ignorando os seus pecados. Devemos agradá-los no sentido de ajudá-los a transportar uma carga de escravidão que ainda não se sentem livres para descarregar, tendo tempo suficiente com eles para convencê-los de que deveriam despejar essa carga.  Isso é consideração.
Devemos agradar um ao outro tendo Cristo como nosso exemplo
    II.            NÃO AGRADAR A NÓS MESMOS
Isso quer dizer que procuram agradar aos outros ao invés de mim. Que cada um de nós, sem exceção, mas cada um de nós agrade ao seu próximo. Para quê? Para a sua edificação, o objetivo de edificá-lo. Nós somos responsáveis, que são fortes, para o crescimento espiritual dos fracos. Agora eu não estou dizendo que nós devemos sacrificar a verdade de Deus em prol da harmonia. Mas eu estou dizendo que nestas coisas neutras buscamos edificar o fraco separando nossa liberdade para o bem de fortalecê-los. 
Devemos agradar um ao outro tendo Cristo como nosso exemplo
 III.            CONFORMIDADE COM CRISTO
Buscando ser como o Senhor em vez de exigir os outros sejam como eu. Porque Cristo, versículo 3 diz, não agradou a si mesmo, mas como está escrito, ou é adversativa, mas como está escrito: as abordagens dos que te reprovação caiu sobre mim. Cristo não agradou a si mesmo, Cristo tomou a reprovação de Deus. Cristo sofreu. Ele não agradou a si mesmo. Ele é o exemplo. Também Cristo não agradou a Si mesmo.
Ao invés de correr para agradar a nós mesmos, devemos seguir o padrão de Cristo e estar disposto a sofrer qualquer coisa em agradar o outro. Ele pôs de lado todos os Seus direitos divinos ser sujeito ao Pai e sofrer por causa dos pecadores para nos conduzir a Deus.  1 João 2:6 : "Se dissermos que permanecemos nele, devemos andar como Ele andou." Se você diz que é um cristão, você deve ter a atitude de Cristo tinha.
  1. SUBMISSÃO AS ESCRITURAS
Assim, pelos motivos certos, então, são consideração pelos outros, desconsidere de si e conformidade com Cristo. Em seguida, perceber isso, e estes são os muito simples, em quarto lugar, a submissão às Escrituras ... submissão às Escrituras.
Precisamos saber que tudo escrito na Bíblia está escrito, para nosso ensino. É tudo parte de ensinar-nos a resistência e encorajamento. Deixe-me dizer uma coisa. Uma parte de paciência aprendizado e incentivo é aprender a tolerar os irmãos mais fracos. Essas palavras são escolhidas com cuidado. Nós aprendemos através dela de que devemos ser paciente. Nós aprendemos através de que o incentivo de quem tem que esperar. E é isso que a Palavra de Deus proporciona.
  1. DEPENDÊNCIA DE DEUS
O Deus que lhe ensina paciência, pois Ele é a fonte de paciência. E o que ele está dizendo aqui é que temos que fazer isso no poder de Deus. Deus pode conceder isso, porque não podemos fazer isso na nossa próprio vontade. E se o ponto anterior tem a ver com o estudo da Palavra de Deus, então isso tem a ver com a sua companheira, a oração. E isso quer dizer buscar a força de Deus, em vez de recursos humanos, a dependência de Deus.
Como vamos construir a unidade da igreja? Como é que vamos carregar os fardos uns dos outros? Como é que vamos agradar um ao outro? Pela consideração de outros, ignorar de si, conformidade com Cristo, a submissão à Escritura e, em seguida, a dependência de poder divino. E sobre a sua vida de oração? Quando foi a última vez que você orou pela unidade da igreja? 
  1. GLORIFICAR A DEUS
A última atitude é a glória de Deus. Devemos ser controlado por um ardente desejo de que Deus seja glorificado. E isso é buscar a glória de Deus, em vez de auto glória.  Resumindo-o no versículo 7: "Portanto, ou conseqüentemente, receber o outro como também Cristo nos recebeu." Por quê?  Qual é a razão? Para a glória de Deus.  E, como também Cristo nos recebeu, assim somos nós para receber o outro. Ele nos recebeu para glória de Deus. Recebemos uns aos outros para a glória de Deus. Não devemos seguir o seu exemplo?
Concluindo
E quais são as atitudes corretas, se os fortes e os fracos são para agradar um ao outro? Consideração dos outros, não agradar a si mesmo, conformidade com Cristo, a submissão às Escrituras, a dependência do poder divino e um ardente desejo de glorificar a Deus não me. Certamente há muitos aspectos em que cada um pensa diferente, e nisso está a beleza da diversidade no Corpo de Cristo. Esses são elementos essenciais se queremos manifestar, viver, desfrutar e glorificar a Deus pela unidade, que é preocupação Dele. 


Read more...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A Água Branca e a Mesa Branca

Por Pr. Marcos Granconato
No bairro da Água Branca, em São Paulo, existe uma igreja evangélica cujo pastor é difícil de ser definido em sua teologia. Alguns dizem que ele é liberal; outros que é adepto da teologia do processo; outros ainda dizem que ele é expositor do teísmo aberto. Pessoalmente, suspeito que ele seja tudo isso: uma espécie de ornitorrinco teológico – o tipo de pastor que ensina qualquer coisa que pareça moderna ou pouco ortodoxa, deixando a maioria das pessoas contentes, diante de um pregador que tem a “mente aberta”, muito diferente dos “cabeças duras” que defendem o cristianismo histórico.
Até aí, nada de novo. O meio evangélico está repleto desses novos pastores de perfil intelectualista, considerados representantes da vanguarda do pensamento cristão e vistos pelo povo ignorante como filósofos profundos muito à frente de seu tempo. Poucos crentes estão preparados para perceber que, na verdade, as idéias desses teólogos pós-modernos são carentes não só de profundidade, mas também de alicerce escriturístico sólido, chegando a ser heréticas. De fato, longe de serem inovadores em suas concepções, os tais pastores são apenas proponentes atuais de heresias bem antigas. Sabiam que o ornitorrinco tem veneno?
Mesmo sendo somente mais um entre os tais teólogos sofisticados de hoje, o pastor a que me refiro chama a atenção com colocações cada vez mais ousadas e distantes dos pressupostos básicos do cristianismo. Por exemplo: ele ironiza qualquer noção sobre os juízos de Deus, questiona a ética cristã clássica baseada na Bíblia e apresenta aos seus ouvintes um deus novo, bem diferente do Deus de Abraão, de Moisés e de Paulo.
Recentemente, porém, o pastor do bairro da Água Branca se superou, ao fazer comentários que arrancaram aplausos efusivos dos espíritas! Sim, do famoso pessoal da “Mesa Branca”. De fato, num artigo que escreveu, sua visão se mostrou tão longe da Sã Doutrina que umsite kardecista publicou o texto com plena aprovação e chamou seu autor de “pastor com ‘P’ maiúsculo”!
Por que esse elogio veio de pessoas tão distantes do evangelho? Bem, o que ocorreu foi o seguinte: conforme noticiado nos jornais, os jogadores evangélicos do time do Santos se recusaram a entrar numa entidade espírita de apoio a crianças com paralisia cerebral para distribuir ovos de Páscoa. Evidentemente, todos os incrédulos massacraram os jogadores. Nada de surpreendente… O que chocou muitos crentes, porém, foi a manifestação do pastor da Água Branca que, unindo-se aos inimigos da fé, escreveu o artigo acima aludido, condenando a atitude dos jogadores.
Entenda bem o problema: é claro que nenhum crente deve se opor ao belo trabalho de ajuda às pessoas deficientes. Aliás, nenhuma outra religião tem uma história tão rica em ações em prol dos que sofrem como o Cristianismo. Porém, o que os cristãos devem saber é que é errado realizar obras sociais de mãos dadas com os expoentes da mentira (2Jo 9-11). É também errado praticar a solidariedade fazendo isso de forma a promover o nome de uma instituição herética, cujos membros praticam boas obras não para a glória de Deus, nem por terem nascido de novo, mas sim visando a uma reencarnação melhor (2Co 6.14-17). Aliás, é bom lembrar que “práticas do bem” assim motivadas não valem nada, pois, para Deus, só conta a piedade procedente da verdade (Ef 4.24). Por isso, os crentes não devem se associar com os espíritas, nem mesmo para distribuir ovos de Páscoa! O mestre da Água Branca, porém, não levou nada disso em conta e criticou com vigor os atletas crentes, arranhando a imagem deles. O veneno do ornitorrinco está nas unhas!
Condenar a atitude dos atletas, contudo, não foi nada perto dos conceitos de espiritualidade que o pastor da Água Branca expôs naquele mesmo artigo. Longe de harmonizar-se com Paulo, para quem a base da espiritualidade é a habitação do Espírito Santo no homem que crê em Cristo (1Co 2.12-16), o mestre da Água Branca enalteceu as crenças em geral, apontando como válida a espiritualidade supostamente presente em todas as religiões, sem nenhuma exceção. Segundo ele “a espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé”, ou seja, para o tal pastor, a legitimidade exclusiva da espiritualidade cristã (cf. At 4.12; Ef 4.4-5) é uma triste falácia!
Como se não bastasse esse chocante desvio, o pastor, na sequência de sua argumentação, condenou a discussão sobre temas como céu e inferno, autoridade exclusiva das Escrituras, homossexualismo, reencarnação, evolucionismo e outros assuntos tão importantes para a formação de uma mentalidade verdadeiramente cristã. Ele sugeriu que discutir esses temas é prática sem qualquer relevância, cujo resultado é somente a criação de divisões entre as pessoas. Portanto, segundo sua concepção, o dever pastoral e cristão de corrigir o erro, admoestar na verdade e condenar a mentira (2Co 10.4-5; 2Tm 4.1-5) não deve ser posto em prática, pois gera barreiras e ataques pessoais, o que é ruim para a sociedade como um todo (será que o pastor esqueceu o que Jesus disse em Lucas 12.51-53?).
Depois, para fechar com chave de ouro, o tal pastor concluiu seu texto defendendo a aproximação de todos os credos. Sim, budistas, muçulmanos, cristãos, hinduístas, enfim, todos os devotos de todas as tradições de fé, no entender do nosso amigo, devem dar as mãos e juntos lutar contra o sofrimento humano “que a todos nós humilha e iguala”.
Foi o máximo! O pessoal da Mesa Branca explodiu de alegria (fez lembrar 1Jo 4.5). Finalmente, os espíritas encontraram um pastor que, como eles, ataca a “visão radical e exclusivista” dos crentes e reconhece a validade do kardecismo. Mais do que isso: acharam alguém que se une a eles na afirmação de que todas as crenças são boas, posto que servem para desenvolver a espiritualidade dos homens!
Para nós, contudo, os crentes de verdade, ficou a tristeza de ver mais uma vez a água branca, cristalina na verdade, da doutrina bíblica, se tornar turva na boca de supostos pastores cristãos, enquanto os proponentes de antigas doutrinas do diabo acrescentam mais uma cadeira ao redor da sua mesa branca, a fim de brindar a chegada de um novo amigo. Ah, o maior predador do ornitorrinco é a serpente!

Soli Deo gloria
O texto abaixo foi escrito por Marcos Granconato, e publicado aqui com sua autorização. O autor do texto é Bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida, Atibaia, São Paulo, onde é professor de teologia sistemática e ministra cursos de história da igreja. É também formado em Direito pela Universidade São Francisco, em Brangança Paulista. Formou-se em 2009 no Mestrado em Teologia Histórica no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. É pastor da Igreja Batista Redenção, em São Paulo, e foi um dos preletores na 3ª Conferência FielParaJovens, em 2005.
Fonte:Blog Fiel

Read more...

  ©Template by Dicas Blogger.