quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Morte

Leitura: Lc. 16:19ss.


Muitos fatos podem ser questionados. A existência de Deus, por exemplo, a ida a Lua, a existência de extraterrestres, etc. Mas, não existe ateu ou cético que negue a existência e/ou realidade da morte. É um fato; que alguns talvez almejem esquecer, abafar, evitar, desviar ou fugir desesperadamente. Mas ainda é um fato. Podemos até lhe dar outros nomes: viagem, passagem, despedida, uma melhor etc. Contudo, haverá sempre um morto para não nos deixar esquecer. Às vezes parece distante e irreal quando o arauto da morte é um repórter preso à TV, ou quando seu testemunho são as remotas cruzes do cemitério que rapidamente desaparecem. Mas mostrar sua realidade mais dura quando quem deixou de respirar, é alguém próximo – alguém que deixará no quarto, na cama, na cadeira da sala de estar e no nosso coração um imenso vazio.

A despeito de ser um fato, a morte para muitas pessoas é um grande mistério. O que acontece no pós-morte (post morten) é especulado em todas as culturas. As religiões estão cheias de respostas. Há quem diga que a morte é uma grande constante em nossa vida. Nesta perspectiva, nascemos, morremos, nascemos, morremos….

Consideraremos verdades sobre a morte. Alguns questionamentos são importantes para orientação:


  • Qual deve ser nossa reação às mortes constantes ou em massa?
  • A morte é sempre uma bênção para o crente?
  • A morte é igual para todos os crentes? Em que sentido?
  • O que acontece depois da morte?
  • Ficamos conscientes? Ou em um sono profundo?
  • Para onde vamos? Sempre ficaremos lá?
  • Recebemos um corpo, ou ficamos despidos corporalmente?
  • Há julgamento para todos?

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