segunda-feira, 11 de agosto de 2014

RESSURREIÇÃO – ARREBATAMENTO



Leitura: 1 Co. 15:1-4; 1 Ts. 4:16ss.

A
 Bíblia é um livro de história – da história da salvação. Nela podemos tomar conhecimento de vários eventos redentivos (e.g., êxodo, invasão da terra, a vinda do Senhor Jesus) determinados pelo Senhor em cumprimento do seu plano. Nos dias de Moisés, por exemplo, o evento redentivo pregado, e portanto esperado, era a libertação da escravidão e a posse da terra. Já nos dias posteriores ao rei Davi, o grande evento esperado era a vinda de um rei de sua dinastia. Nos dias de Noé, o dilúvio; e nos dias de Abraão, um filho. O Senhor, pois, não revelava somente o que acontecia no desenrolar do plano. Ele revelava o evento redentivo que ainda não se realizara – aquele que deveria fazer parte da esperança do povo. É evidente que todos os eventos estão relacionados (O filho prometido em Gn. 3:15 é o mesmo que viria por meio de Abraão, e que seria descendente de Davi). Mas, um em especial se destacava.

As epístolas paulinas nos revelam o próximo evento redentivo: o arrebatamento e a ressurreição. Assim como Abraão esperava seu filho, devemos esperar o arrebatamento e a ressurreição dos nossos corpos. Em outras palavras, a modificação do nosso corpo para uma realidade mais espiritual deve ocupar nossas expectativas mais profundas. E nada pode nos desviar dessa esperança e certeza.

Alguns questionamentos poderão lhe ajudar a considerar a natureza desse evento:


  • Todos, justos e injustos, passarão pela ressurreição?
  • Os que essa doutrina tem a nos ensinar sobre o corpo? Devemos valorizá-lo?
  • Já fomos ressuscitados? Se fomos, que tipo de ressurreição sofreremos no futuro?
  • Qual o nível de importância da ressurreição para a fé cristã?

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