quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Vivendo por uma razão

Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Rm 10.13

Jim Elliot e quarto amigos ficaram conhecidos após terem sidos mortos, enquanto compartilhavam o Evangelho, por uma tribo indígena, em 1956, no Equador. A vida e o testemunho desses cinco missionários têm inspirado a muitos a dedicarem suas vidas em missões. Sua famosa frase nos motiva a entregar nossas vidas sem reservas nas mãos do Mestre: "Aquele que dá o que não pode guardar, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo".
Missões existem para levar os homens perdidos ao conhecimento do Salvador, único que dá paz para esta vida e segurança para a eternidade. A tarefa missionária se justifica no fato de que o homem se encontra cego, perdido, separado de Deus e sem esperança. Muitos missionários abandonam todas as coisas que tornam a vida confortável e enfrentam desafios e dificuldades de levar o evangelho em lugares completamente estranhos, com cultura completamente diferente, envolvendo, as vezes,  a aprendizagem e o domínio de uma nova língua, de modo a ser capaz de ensinar e pregar nessa língua de forma eficaz.
Romanos 10, versículos 14 e 15 nos dizem: Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados. Isso estabelece o mandato do evangelho. A fim de serem salvas, as pessoas têm de acreditar. A fim de acreditar, elas têm que saber no que acreditar. A fim de saber em que acreditar, tem que haver alguém para lhes dizer. E para que eles tenham alguém para lhes dizer, alguém tem de ser enviado. Essa é realmente o nosso mandato para missões.
Isso resume tudo. Não há salvação sem o evangelho. O mundo precisa conhecer a verdade e acreditar nela. E para conhecer a verdade e acreditar nela, tem que ouvi-la e, portanto, para ouvi-la, alguém tem que levá-la.
Em Lucas 4.43 Jesus declara: “É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado”. Jesus tinha um “porquê” e um “para que” no Seu ministério. 
A Igreja de Cristo e cada membro dela devem reconhecer a necessidade que justifica sua existência. E para isso ninguém melhor do que o próprio Cristo para nos ajudar a definir com clareza a nossa razão: “Ser-me-eis testemunhas até aos confins da terra” (At. 1:8).
            Jesus tinha uma razão para Sua vinda. Qual é a nossa?


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