quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sabedoria médica...

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:



- Doutor, o sr. terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...

E então o médico perguntou : Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu : Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a mulher : Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou : Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse : Não doutor! Que horror ! Matar um criança é um crime!.

Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

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sábado, 3 de julho de 2010

O poder de Jesus para perdoar os pecados

Texto: Lc 5:17-26

Antes de olharmos o texto propriamente dito, vejamos um pouco do contexto em que essa situação aconteceu.

O ministério de Jesus pode ser dividido em três partes, conforme os seus três anos de atividade. O primeiro ano foi um ano de obscuridade; o segundo foi ano de popularidade e o terceiro foi ano perseguição. Tal acontecimento ocorreu no segundo ano do ministério de Cristo, na região da Galiléia. O ministério de Jesus na Galiléia vai desde o aprisionamento de João Batista (Mc.1:14,15) até a primeira multiplicação dos pães (Mt 14:13-21), quando a sua popularidade atinge seu ápice. Em seguida, recusando ser rei (Jo 6:14,15), passou a ser tratado com rejeição.

Outros textos dos evangelhos nos contam a mesma história, que Mateus 9:1-8 e Marcos 2:1-12. Esses três são chamados Evangelhos sinóticos, pois possuíam a mesma visão. Estes textos nos ajudam a compreender melhor que aconteceu, pois cada um narra um detalhe em que o outro não contou. Por exemplo, em Mc 2:3 nos conta que o paralítico foi levado por quatro homens, fato que já não foi relatado nos outros.

Jesus curou um paralítico descido pelo teto da casa na cidade de Cafarnaum(Mc 2:1), logo após ter realizado a cura de um leproso. Ao ver a fé do paralítico Jesus lhe disse: “Filho os teus pecados estão perdoados”. Com estas palavras Jesus chama a atenção para a principal carência do homem – a cura espiritual. O perdão é a maior necessidade do homem, maior do que sua cura física. O perdão dos nossos pecados é o benefício mais importante que Deus pode nos proporcionar. O perdão é a porta para toda a bênção. O perdão é a porta para a bênção nesta vida. O perdão é a porta para a vida eterna no céu. E assim a questão do perdão é o coração do evangelho cristão. Nós não podemos pregar o evangelho sem ao menos compreender o pecado e suas conseqüências.

Existem muitas igrejas que não falam de pecado. Em vez de trazer salvação para as pessoas, elas estão trazendo condenação, pois alimentam o ego delas, fazendo com que elas se sintam bem com Deus sem as confrontarem. Mas não é essa a mensagem do Evangelho.

Todo pecado é contra Deus. Todo pecado é uma violação da lei de Deus. Uma vez que Deus é o ofendido, Ele é o legislador, é o juiz, e só Deus pode perdoar o pecador. Jesus está aqui afirmando ter a autoridade para perdoar pecados. E assim ele está afirmando ser Deus. É interessante notar que Jesus coloca a cura espiritual como prioridade.

Lembremos que Jesus está na fase popularidade, e já começa a chamar a atenção dos religiosos da época: os fariseus, e os escribas. Eles ouviam os seus ensinamentos, não para aprender e sim para criticar, ou encontrar alguma falha. E nesta passagem eles meditando em suas mentes dizendo para si: "Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus?" Agora, o que é fascinante nessa passagem é que eles não estavam dizendo isso, eles estavam apenas pensando... Em vossos corações Mc 2:8. Nisto há uma importante lição para nós que todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas (Hb 4:13).

E eles estavam certos em dizer que só Deus pode perdoar os pecados, mas erraram em pensar que Jesus estivesse blasfemando. Eles sabiam disso. Eles conheciam o Velho Testamento bem o suficiente para saber isso. Eles poderiam estar pensando: "Ninguém pode perdoar pecados senão Deus. Por que é que este homem esta falando ao paralítico, teus pecados estão perdoados? Ele não sabe que somente Deus pode fazer isso?" Jesus lê seus pensamentos. Esta é outra marca da onisciência de Cristo. Ele sabia o que se passava na mente das pessoas que estavam ao seu redor. Ele podia ler mentes, pois Ele é Deus. Ele sabe o que se passa em nossas mentes hoje. O que pensamos quando estamos na igreja? O que estamos pensando neste exato momento? Jesus sabe. Ele é Deus.

Em I Samuel 16:07, diz: "O Senhor vê o coração."

I Reis 08:39, diz: "ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, perdoa, age e dá a cada
um segundo todos os seu caminhos, já que lhes conheces o coração, porque tu, só tu, és
conhecedor do coração de todos os filhos dos homens. Deus sabe tudo que nós
pensamos.


Mas, para que estes escribas e fariseus tivessem a prova plena e mais absoluta de seu poder divino e de sua Divindade, operou, no mesmo momento, três milagres na presença deles, podendo todos eles ser realizados só por um ser onisciente e onipotente. Estes milagres foram: a remissão dos pecados do homem enfermo; a revelação dos pensamentos secretos dos escribas; a restauração instantânea do paralítico à sua plena saúde.

Em seguida Jesus faz um Teste de autoridade: Qual é mais fácil..? (vv 23) É uma pergunta que não tem resposta, pois as duas coisas são impossíveis de um homem comum fazer, mas Jesus não é um homem comum, ele é homem e Deus ao mesmo tempo. O Senhor Jesus reafirma Sua divindade usando o título messiânico – Filho do Homem. É o título que ele mais usa para Si mesmo. É um título que faz expressão da Sua humanidade.

Para que saibais que o Filho do homem...(vv24) Cristo mostra que tem tanto poder, autoridade para perdoar os pecados quanto para curar as enfermidades. Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa. Imediatamente se levantou... A cura foi completa e instantânea. Os fariseus, que ficaram calados com a pergunta de Jesus, agora é não podiam falar mais nada, pois Cristo demonstrou que podia remover tanto a paralisia espiritual quanto a do corpo. E o homem foi embora glorificando a Deus,atribuindo a Deus o milagre de sua cura.

A multidão ficou assustada com tal acontecimento, e atribui, também, a Deus o milagre. Ela glorificava a Deus e assim devemos nós, mas eles fizeram isso porque temeram a Deus. Espero que tenhamos sempre tal temor de Cristo.

Concluindo

•Que possamos apresentar o evangelho sempre mostrando a real necessidade do homem, que ele é pecador e precisa de perdão para os seus pecados. E junto mostrar que Jesus está pronto a perdoá-lo. (Rm 10:9; I Jo 1:9)

•Que o nosso agir e o nosso pensar seja semelhante ao do Rei Davi quando ele falou no Salmo 19:14 - “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!”

•Que possamos ter sempre o temor do Senhor em nossas vidas.

Servindo com alegria,

Henrique Prudêncio

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